
Para técnico, ferida aberta com as decepções na Liga Mundial pode ajudar o Brasil na luta pela medalha de ouro nas Olimpíadas de Pequim.
Ao contrário do capitão Giba, segundo o qual a seleção precisa correr contra o tempo para se recuperar da ferida aberta pelas derrotas para Estados Unidos e Rússia nas finais da Liga Mundial, Bernardinho surpreendeu. Para o treinador, a seleção deve guardar as más lembranças vivas na memória para não cometer os mesmos erros em Pequim.
Ao contrário do capitão Giba, segundo o qual a seleção precisa correr contra o tempo para se recuperar da ferida aberta pelas derrotas para Estados Unidos e Rússia nas finais da Liga Mundial, Bernardinho surpreendeu. Para o treinador, a seleção deve guardar as más lembranças vivas na memória para não cometer os mesmos erros em Pequim.
- Não sei se ela vai cicatrizar, nem sei se quero que isso aconteça. É importante que o time jogue com um pouco de sangue. Passei por muitas situações desse tipo no feminino e sempre reverti, mas hoje não. Temos que reaprender a sofrer e a sangrar com essa ferida.
Conhecido por suas habilidades motivacionais, o técnico Bernardinho assumiu a responsabilidade pela decepção do time na Liga Mundial. Apesar de citar Gustavo, Serginho e Marcelinho como jogadores que renderam abaixo do esperado na disputa pelo bronze contra a Rússia, o treinador não quis apontar outros culpados pelo mau resultado além dele próprio.
- Pela primeira vez, não consegui recuperar o time emocionalmente. Se há alguém responsável, é quem dirige o grupo. Tenho que dar as condições para que eles se motivem e se preparem para o esquema de jogo dos adversários.
- Pela primeira vez, não consegui recuperar o time emocionalmente. Se há alguém responsável, é quem dirige o grupo. Tenho que dar as condições para que eles se motivem e se preparem para o esquema de jogo dos adversários.
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