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quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Chevrolet Opala 1974


Seu projeto demorou cerca de dois anos, sendo finalmente apresentado no salão do automóvel de São Paulo no dia 19 de Novembro de 1968. A receita do Opala combinava a carroceria alemã do Opel Rekord C / Opel Commodore A, fabricado de 1966 a 1971, à mecânica norte-americana do Chevrolet Impala.

E ao longo de seus 23 anos e 5 meses de produção contínua, passou por diversos aprimoramentos mecânicos e modificações estéticas. Durante o período em que esteve em produção, foram oferecidas paralelamente duas opções de motores ao Opala: 4 ou 6 cilindros, tanto para as versões básicas, quanto luxuosas ou esportivas.
Todos os motores usados no Opala foram derivados de motores da Chevrolet Norte-Americana.

Essa mistura, onde combinava-se um motor americano a uma carroceria alemã, curiosamente resultou na peculiaridade de conviverem no mesmo projeto componentes com especificações técnicas baseadas no sistema de medidas Inglês, nos componentes do motor e transmissão, e no sistema métrico usado na Alemanha e no Brasil nas demais partes do veículo.

Dentre as qualidades do Opala, é notável o acerto dos freios, direção e suspensão bastante equilibradas, aliado a isto, o conforto de um carro potente e com bastante torque, o que resulta em saídas rápidas e muita força em subidas de serra e ultrapassagens mais que seguras na estrada.

Apesar do tamanho, é um veiculo fácil de conduzir na cidade. Graças a tais características, o Opala foi eleito pela Revista Autoesporte o Carro do Ano de 1972. O Opala SS, a versão de caráter esportivo do Opala, lançado em 1970, estreava o motor 4100 e tornou-se o carro mais rápido do Brasil, à frente do Dodge Charger R/T e do Ford Maverick GT.
A sigla "SS" significa Separated Seats (Bancos Separados), embora a sigla "SS" tenha objetivo de conferir um perfil esportivo ao Opala, onde um pacote de elementos decorativos incrementavam o visual do carro. Daí vem a outra definição conhecida para a sigla, Super Sport.


A versão SS foi oferecida também com 4 portas, somente em 1971. Posteriormente ganhou a opção do motor 2.5 quatro cilindros, que durou até 1980 quando infelizmente já tinha perdido grande parte de sua caracterização esportiva.Em 1975, a linha Opala ganhava a versão Station Wagon chamada Caravan. Desenvolvida a partir da carroceria do Opala, trazia maior espaço para bagagem, com as mesmas opções de motores que equiparam as versões sedã e cupê, inclusive a versão Caravan SS, onde havia a opção dos motores 250-S e 151-S.

No ano de 1980, o Opala passou por uma forte mudança de estilo, a fim de se adequar à moda das formas retangulares dos carros nos anos 80. Um novo desenho da frente e da traseira, com faróis e lanternas retangulares, embora a parte central da carroceria fosse mantida igual. A partir daí, seguiram alguns retoques em detalhes estéticos, e aprimoramentos mecânicos, até o fim da sua produção.

Nessa época também surgiria a famosa versão topo-de-linha Diplomata, onde um pacote de itens de luxo equiparia a toda a família Opala. Dentre os principais requintes, ressaltam-se o ar condicionado com saída para os passageiros no banco traseiro, ar quente, vidros elétricos, antena elétrica, retrovisores elétricos, porta malas com acionamento elétrico, desembaçador traseiro, travas elétricas, faróis com refletores duplos, volante com regulagem de altura, dentre inúmeros recursos que os mantinha no topo da linha da GM brasileira.

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quarta-feira, 17 de junho de 2009

Carros - Cadillac Firemaker Custom 1956


Cadillac é uma marca automotiva de luxo pertencente à General Motors. Seu principal mercado ainda é a América do Norte, apesar de haver uma estratégia corporativa que visa à sua expansão em outros mercados, notadamente o mercado europeu.

Depois de anos de estudo e cautela, a General Motors decidiu introduzir a marca Cadillac no Brasil. Jaime Ardila, Presidente da montadora no Brasil não disse quais modelos e nem quando chegarão os primeiros modelos.
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quinta-feira, 21 de maio de 2009

Ferrari histórica de US$ 12,2 milhões

Ferrari 250 Testa Rossa de 1957 ganhou valor recorde.
Somente 22 unidades do modelo foram fabricadas.


Um comprador pagou a quantia recorde de 9,02 milhões de euros, o equivalente US$ 12,2 milhões e arrematou o lendário modelo de corrida Ferrari 250 Testa Rossa 1957. O valor é recorde para a compra de um carro esportivo antigo - 1,98 milhões de euro superior à marca anterior. O leilão foi realizado no sábado (16), em Maranello, sede da montadora italiana.

A Ferrari 250 Testa Rossa foi produzida de 1957 a 1958. Somente 22 unidades do carro foram fabricadas e esta é a primeira a ir a leilão. "O significado histórico deste carro promoveu uma batalha entre colecionadores de todo o mundo, tanto in loco no leilão quanto por telefone", descreve Max Girardo, diretor da casa de leilões RM Auctions na Europa. "'E sem dúvida um dos carros de corrida mais significativos da história."

O carro participou de 19 corridas entre 1958 e 1961, vencendo em dez oportunidades.

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