Watchmen é um jogo de ação baseado na aclamada obra homônima do autor britânico Alan Moore (o mesmo de V de Vingança, Do Inferno e Constantine).
Publicada originalmente em doze edições mensais pela editora estadunidense DC Comics em 1986 — a graphic novel é considerada como um ponto chave na evolução das histórias em quadrinhos, introduzindo abordagens e linguagens antes ligadas apenas aos quadrinhos tidos como alternativos, oferecendo uma história singular que lidava com temáticas voltadas para uma platéia mais madura.
Ambientada em uma realidade alternativa dos Estados Unidos da década de 1985, no qual os aventureiros fantasiados são um elemento do cotidiano, a trama principal de Watchmen gira em torno dos desdobramentos de uma conspiração envolvendo a investigação do assassinato de um super-herói.
Nesta versão alternativa da Terra, o então presidente dos EUA, Richard Nixon, teria conduzido o país à vitória na Guerra do Vietnã e em decorrência deste fato, teria permanecido no poder por um longo período.
Chegando a um momento delicado no contexto da Guerra Fria e em vias de declarar um conflito nuclear com a União Soviética. A mesma trama envolve os episódios vividos pelo grupo de heróis do passado e do presente composto por Ozymandias, o Coruja, o Comediante, o Dr. Manhattan, a Espectral e Rorschach.
O jogo serve de prólogo do filme e se remete diretamente a época em que Rorschach e Coruja eram jovens e fisicamente aptos do que suas contrapartes envelhecidas da graphic novel.
Você pode controlar os vigilantes encapuzados Rorschach e Coruja em campanhas singleplayer — sendo que o computador irá controlar o segundo herói — ou em partidas cooperativas com tela dividida (splitscreen).
Sim, combates navais não são novidade no mundo dos RTS (jogos de estratégia em tempo real), mas a diferença, aqui, é que não há outra abordagem além da mais pura estratégia nos mares. Em East India Company, a época retratada é aquela na qual ficou bastante conhecida a Companhia das Índias Orientais, tempos em que o investimento naval era primordial para o crescimento econômico das nações.
A premissa básica do game é: escolha uma das nações e crie suas rotas de comércio para satisfazer as demandas econômicas. O jogador exerce influência direta nos valores das mercadorias de acordo com as trocas realizadas. Preços flutuantes não impedem os dominadores de estabelecer rotas estrategicamente interessantes, criar frotas avassaladoras e ter acesso às melhores mercadorias para elevar o poderio da nação.
Caso o gamer atinja uma alta pontuação de poder, algumas opções diplomáticas são liberadas. Uma delas consiste em ameaçar qualquer carregamento de mercadorias preciosas sob o apelo de guerra. Se o jogador realmente entrar em guerra, embates fantásticos estão à espera. Tudo com base em uma jogabilidade bastante simples e prática.
O título desenvolvido pela Nitro Games conta com oito nacionalidades à escolha (Inglaterra, Holanda, França, Portugal, Suécia, Espanha, Dinamarca e o Império Romano). Além disso, há cerca de 40 diferentes cidades, vilas e vilarejos a serem explorados, bem como um modo multiplayer para até oito estrategistas.
Call of Duty: World at War é o mais novo jogo da popular série criada pela Infinity Ward. Desenvolvido pela Treyarch, o jogo marca a volta de CoD à temática original, ou seja, a Segunda Guerra Mundial.
Dessa vez, o foco estará nas batalhas contra o Império Japonês através do oceano Pacífico. Além disso, o jogo eleva os níveis de realismo e violência nunca antes vistos na série.
Entre as novidades mais marcantes de World at War, estão um novo modo multiplayer cooperativo para até 4 jogadores, uma IA bem mais efetiva e também um cenário mais interativo.
Além disso, quem jogar a versão para o Wii ainda poderá fazer uso do Wii Zapper (periférico que transforma o Wii-mote e o Nunchuk em uma submetralhadora).
Desenvolvido para Xbox 360, PS3 e PC, Prototype remete à experiência obtida em Crackdown pois o protagonista passeia por prédios e construções lembrando as acrobacias corporais do esporte Parkour e os saltos daquele game. A trama se passa em Nova York onde o personagem principal está em busca de seu passado e dos mistérios que permeiam seus super-poderes, notadamente, o de absorver as memórias de quem ele matou e a capacidade de executar formas de ataques de maneira sobrehumana, além de poder se disfarçar como quem foi consumido por ele.
Dentre as categorias de mutação estão: disfarce, ataque, defesa e sentidos. O disfarce permite que o protagonista, chamado Alex Mercer, adquira a forma de alguém de seu interesse para usufruir de locais e privilégios que só ela tem acesso. Ademais, os poderes e conhecimentos desta pessoa também são obtidos por Alex, possibilitando centenas de combinações. Portanto, Alex Mercer está em busca de seu passado e sua história e irá, disfarçado sob as mais diferentes formas, perseguir sua memória através de sangue e explosão.
Os gráficos são precisos que ilustram perfeitamente o ambiente claustrofóbico e sujo das cidades grandes, Prototype também possui cenários abertos e níveis elevados nos prédios para que haja bastante violência, tiroteio e ação sem parar em um enredo com conspiração, experimentos genéticos e a angústia de uma pessoa que não se identifica na sociedade.
Em Prototype você entrará na pele de Alex Mercer, que está sofrendo de amnésia e está lutando para descobrir o que aconteceu em seu passado. Para recuperar a memória você terá que "sugar" a identidade de alguns personagens, assim tomando posse da memória da vitima e reforçando a sua própria memória. A história do jogo se passa em uma Nova York completamente diferente do que a já vista em GTA IV. A cidade se tornará completamente obscura e gótica e seus cidadãos estarão sobre a ameaça de um vírus que os tornarão em monstros.
Esta descrição fica evidente logo nas primeiras cenas do jogo, Alex surge de cima de um prédio e encontra uma cidade em caos, cidadãos infectados versus exércitos especiais e você contra todos. A partir do momento em que você desce do prédio começa o sangue e a pancadaria, Alex tem o poder de tornar seus braços em lâminas gigantes ou mãos de pedra. Cada uma destas mutações tem o seu uso específico, as mãos de pedra tornam muito mais fáceis a destruição de tanques de guerra, enquanto as lâminas permitem o corte de qualquer cidadão ao meio.
O jogo é "open world" o que lhe dá a opção de ficar pulando pelos prédios da cidade e também de escolher quando e qual objetivo será realizado primeiro. O que garante a diversão no jogo é a possibilidade de Alex poder escalar prédios imensos e absolver a identidade de qualquer pessoa, este diferencial não irá apenas ajudá-lo a descobrir os detalhes do seu passado perdido, mas também irá ajudá-lo a se disfarçar para que você possa fugir ou se infiltrar e um local para realizar um objetivo que traga perigo ao ser realizado com sua real identidade.
A cada missão que for comprida você ganhará "Pontos de Evolução", com estes pontos você poderá comprar novos golpes e novas mutações para o personagem. Você também pode absolver a identidade de um monstro com o objetivo de "roubar" a arma de ataque que ele tiver, como por exemplo, absolver a identidade de um mostro com garras e conseqüentemente ganhar as garras para derrotar inimigos mais fortes ou em maior quantidade.
Graficamente o jogo é agradável, dependendo da direção da luz, as texturas dão a impressão de que as roupas e os prédios são feitos de plástico. Um detalhe que pode incomodar algumas pessoas são as opções de resolução disponíveis no jogo, que só são favoráveis a quem tem um monitor widescreen, isso significa que se você tiver um monitor normal (4:3) a sua resolução máxima será 1024X768. O fluxo de carros e de pedestres é sempre abundante, não importa a hora do dia. A visão que se tem dos carros de cima de um prédio é que são papéis ambulantes com faróis. Em compensação a jogabilidade é excelente e traz até uma pitada do esporte francês "Le Parkour", os sons dos tiros e das explosões também não decepcionam.
Prototype é um jogo pra quem gosta de sangue e pancadaria, o jogo traz uma história completamente interessante que é revelada conforme o personagem Alex recupera sua memória, a ação no jogo é frenética e tende a não deixar o jogador entediado sequer um minuto, sem sombra de dúvidas é mais um jogo que vale a pena ter a "caixinha".
Project Natal. Foi esse o nome que a Microsoft deu para a nova tecnologia que irá permitir interação corporal total no Xbox 360. É como o que acontece no Wii, mas sem nada nas mãos. E reconhecendo voz, traços faciais, movimentos etc. É bem absurdo. Parece filme de ficção científica.
Mas e esse nome, Natal? Pegue essa (: segundo o artigo da revista Time (um dos poucos veículos que pôde testar a tecnologia - algo que, segundo a assessoria da Microsoft, somente uns quatro o farão nessa E3), Natal refere-se ao nome da cidade onde nasceu Alex Kipman, um dos principais idealizadores do projeto. Sim, é verdade. Natal, capital do Rio Grande do Norte. Aquela cidade das dunas, do cajueiro, da Praia da Pipa, do bugre com emoção. Então, a revolucionária tecnologia do Xbox 360 tem gostinho brasileiro.
Segundo a Microsoft:
“Alex Kipman, que incubou o projeto e é do Brasil, escolheu Natal, uma cidade na costa nordeste do Brasil, como um tributo ao seu país. Além disso, ele sabia que natal também significa “nascer” em Latim. Dada o novo publico que o “Project Natal” ajudará a trazer ao Xbox 360, o nome encaixou”
O projeto Natal tem a ver com entretenimento digital sem o uso de controles. Reparem bem que eu não disse jogos, eu disse entretenimento digital. Ao meu ver a Microsoft conseguiu ficar a frente da Nintendo (o Wii Motion Plus parece brinquedo de criança perto da ideia da Microsoft) de uma forma que poucos imaginariam.
Aliás, lembram de quando víamos aqueles vídeos com detalhes sobre como seria a casa do futuro? O problema deles é que sempre deixavam-nos sonhando, sem algo realmente palpável no mercado. Mas ao que parece essa ideia de casa do futuro está começando a entrar no campo de realidade para muitas pessoas.
O funcionamento é simples: esqueça os controles. Ou seja, você realmente usa totalmente seu corpo. Os movimentos são reconhecidos por uma câmera, ou qualquer tipo de sensor que fique a frente da televisão, e então codificados para serem interpretados pelo jogo ou software. Ou seja, não são mais apenas os movimentos da mão que farão parte do entretenimento, é seu corpo inteiro. Como se não bastasse, o “Natal” tem reconhecimento de voz e reconhecimento facial. Ou seja, você não será confundido com qualquer pessoa que passe ao seu lado enquanto estiver jogando.
Veja abaixo um vídeo de demonstração da tecnologia:
Como se não bastasse, existe também um projeto chamado “Milo” que é a evolução do que conhecemos como amigo imaginário. Milo é um garoto que conversa contigo, percebe suas emoções e pode até fazer com que a linha tênue entre a vida real e a digital seja quebrada. Pode parecer irreal, mas não é, está aí, como pode ser observado no vídeo abaixo (em inglês).
(Assista ao Vídeo)
O que temos que admitir é que a Microsoft conseguiu se superar *E* (ênfase no “e”, por favor) superar a Nintendo. A Big N que se cuide, pois a companhia de Redmond entrou de cabeça nesse mundo e não vai ser fácil derrotá-la.
Crysis Warhead é uma espécie de reformulação do jogo original— não uma seqüência direta — que traz um Crysis muito mais visceral e explosivo com o foco fortemente voltado para a ação. Warhead conta uma história paralela à que se passou no primeiro jogo.
Deve-se conduzir o sargento “Psycho” Sykes, um dos personagens coadjuvantes do primeiro jogo, através dos acontecimentos do lado oposto da ilha do jogo original. Além de protagonizar o jogo, o sargento Sykes ainda se completa ao clima intenso do jogo, já que é uma espécie de estereótipo do militar valentão.
Além do estilo de ação diferenciado, muitas novidades acompanham Warhead, como uma renovado arsenal (com muitas armas personalizáveis, você pode monta-las) e vários novos veículos. Além disso, os gráficos foram visivelmente melhorados graças à utilização da CryEngine2 e de um novo sistema de partículas e de iluminação. O jogo também conta com uma IA (inteligência artificial) bem mais realista.
The Sims 3 é a continuação do mais famoso simulador de vida, desenvolvido pela Maxis. O primeiro título da série fez sucesso entre os mais diversos públicos por possibilitar o controle da vida dos personagens no jogo, os Sims, desde suas necessidades básicas, como comer e dormir, até seus empregos e relacionamentos.
A terceira edição do jogo deve manter a mesma fórmula de sucesso que consagrou a série, ao mesmo tempo em que expande as barreiras da franquia introduzindo novos elementos a jogabilidade e corrigindo alguns problemas do passado. Com gráficos melhorados, e muito mais possibilidades de personalização dos Sims, os fãs da série devem se surpreender com amais nova versão do simulador de vida real.
Nesta versão o jogo deixa de ser focado nas necessidades básicas dos personagens, já que eles se tornam mais independentes, sendo capazes de comer, dormir e ir ao banheiro sozinhos. O grande destaque então passa a ser no destino de cada um dos seus Sims, já que tarefas mais importantes como relacionamentos, trabalho e família se tornam totalmente controladas pelo gamer, com uma grande variedade de possibilidades. A função de definir o visual e as roupas dos Sims também será ampliada, e todos os aspectos da personalidade e do comportamento do personagem estarão em voga.
Sem telas de loading atrapalhando o desenrolar do jogo, seu Sim vai sair de casa e ir até a cidade, até a casa de outros personagens, mesmo que não jogáveis, ir trabalhar, encontrar os amigos, se divertir, ter filhos, se casar e muito mais. Sem a possibilidade de interagir com alienígenas, o jogo os substitui por fantasmas, que podem até mesmo ter filhos e serem controlados pelos jogadores.
The Chronicles of Riddick: Assault on Dark Athena é um jogo do gênero FPS (First Person Shooter, ou tiro em primeira pessoa numa tradução livre para o português) desenvolvido pela Starbreeze (responsável também pelo aclamado The Darkness). O jogo conta com versões para PC, PlayStation 3 e Xbox 360.
Assault on Dark Athena é uma seqüência não verdadeira para o famoso The Chronicles of Riddick: Escape From Butcher Bay, lançado em 2004 para PC e Xbox. Para que não está familiarizado com a primeira aparição de Riddick nos videogames, Assault on Dark Athena conta com um remake repleto de aprimoramentos.
Jogadores podem desfrutar de uma versão em que vários aspectos do jogo foram significativamente melhorados. A modelagem foi completamente refeita, a inteligência artificial aperfeiçoada, um novo sistema de escolha de armas foi implantado e os ambientes agora estão muito maiores do que antes.
Fora isso, o jogo também oferece uma história completamente nova, também estrelada por Vin Diesel. A trama inicia-se no desfecho do primeiro jogo da série, quando Riddick é surpreendido por Revas, capitão de Dark Athena.
Os inimigos que o jogador enfrenta no jogo serão basicamente ex-soldados que se tornaram máquinas mortais. Estes oponentes podem ser controlados por humanos ou não, o que define sua dificuldade. Fora isso, o jogador também pode assumir o controle dos ciborgues para aniquilar inimigos ou para utilizá-los na resolução de pequenos desafios que compõem o game.
Fora isto, existem também algumas dicas visuais que prometem deixar o jogo mais intuitivo. Quando a tela estiver azul, significa que Riddick está escondido da visão de seus inimigos, através de sombras e outros recursos. Neste formato, os inimigos não podem ver ou escutar o herói. Existem alguns momentos em que a perspectiva passa da primeira para a terceira pessoa, como quando o protagonista passa por beiradas, escala caixas e assume o controle de uma estação inimiga.
Toda a pancadaria também pode ser desfrutada por vários jogadores ao mesmo tempo, através dos modos multiplayer que compõem The Chronicles of Riddick: Assault on Dark Athena.
Grand Theft Auto IV é o quarto jogo da mais famosa franquia da Rockstar. O jogador assume o papel de Niko Bellic, um europeu que vai aos Estados Unidos em busca de melhores condições de vida e a fim de deixar seu passado aparentemente negro para trás.
O game se passa em Liberty City, que desta vez faz alusões muito mais claras à cidade de Nova Iorque; é possível ver pontos característicos do local fielmente reproduzidos, como o Empire State Building, a Estátua da Liberdade e a Ponte do Brooklyn. O protagonista é, aparentemente, um imigrante europeu que vai à cidade procurando uma nova vida.
Graças à engine RAGE (Rockstar Advanced Game Engine), os gráficos de GTA IV são impressionantes, com efeitos de luz e sombra muito bem feitos. O game vai ser lançado para PS3 e Xbox 360 e, segundo seus produtores, vão ser disponibilizados episódios extras algum tempo após o lançamento.
Durante o primeiro trailer, o protagonista conta que já matou, seqüestrou e vendeu várias pessoas, pretendendo mudar de vida na nova cidade. Vindo da Rockstar, sabe-se que isso só pode ser uma grande ironia, não é mesmo?
Requerimentos: Windows XP (Service Pack 3)/Vista (Service Pack 1), Processador Intel Core 2 Duo 1.8 GHz, AMD Athlon X2 64 2.4GHz (ou superiores), 1.5 GB de memória RAM, 16 GB de espaço livre em disco, Placa de Vídeo de 256 MB NVidia 7900 ou 256 MB ATI X1900 (ou superiores).
Tom Clancy já é um nome famoso no mundo dos games. Mas dessa vez, a inovação é evidente, pois HAWX chega abordando um cenário diferente: combate aéreo. É isso mesmo, a Ubisoft agora chega com um game sob a licença Tom Clancy que envolve aviões de guerra e muita adrenalina. O jogo é basicamente um simulador de pancadaria nos céus. Com mais de cinqüenta modelos diferentes de aeronaves, o game ocorre no ano 2012, partindo do princípio que o mundo é extremamente dependente das companhias militares privadas. O jogador é a única pessoa capaz de impedir um iminente conflito em escala mundial.
HAWX (High Altitude Warfare X) está repleto de aspectos técnicos modernos, como gráficos de altíssima qualidade e um sistema inovador chamado de ERS (Enhanced Reality System). Com isso, o realismo é fortemente presente nos quesitos bélicos do game. Além disso, o jogo conta com campanha cooperativa com até quatro gamers e com multiplayer online com até 16 jogadores.
A quarta edição de Guitar Hero já está disponível para compra nos Estados Unidos. A grande diferença para as outras versões é que essa vem com bateria e microfone, além da guitarra.
Os consumidores podem escolher entre três pacotes diferentes: o primeiro inclui o jogo e custa aproximadamente US$55, o segundo inclui o jogo e a guitarra, custando US$95, e o terceiro inclui jogo, guitarra, bateria e microfone, e está à venda por US$185.
Veja abaixo alguns dos vídeos já disponibilizados na internet do GHWT em ação!