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terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Mundial Interclubes

Brasileiro faz gol, vira goleiro, mas não tira Estudiantes da final do Mundial Pohang Steelers, do artilheiro Denílson, apela para a violência e cai por 2 a 1 para os argentinos, que aguardam vencedor de Barcelona x Atlante;

Mesmo sem nunca ter atuado profissionalmente no Brasil, o atacante Denílson já tem muita história para contar quando retornar ao seu país de origem. Nesta terça-feira, o jogador fez um gol contra o Estudiantes pelo Pohang Steelers, mas teve de virar goleiro após o time sul-coreano levar três cartões vermelhos na semifinal do Mundial de Clubes, em Abu Dhabi.


A equipe do técnico brasileiro Sergio Farias não resistiu à inferioridade numérica durante a maior parte do tempo e foi eliminada com derrota de 2 a 1. Benítez marcou duas vezes para os argentinos, que vão decidir o título do torneio da Fifa.

Agora, a equipe do técnico Alejandro Sabella, campeã da Libertadores, aguarda o vencedor da outra semifinal, entre Barcelona e Atlante, do México, nesta quarta-feira, para conhecer o seu adversário na finalíssima de sábado, às 14h (de Brasília).


terça-feira, 30 de setembro de 2008

Geração encabeçada por Falcão tem última chance de título mundial


Uma geração de craques, mas sem título mundial. Os principais jogadores da seleção brasileira de futsal terão uma última chance para não ficarem com esse rótulo. Começa nesta terça-feira a Copa do Mundo, que reúne 20 países e será disputada no Rio de Janeiro e em Brasília. Em uma das partidas de abertura, o Brasil pega o Japão às 10h30m, na capital federal.


A hegemonia do esporte está com a Espanha, atual bicampeã. Quando os brasileiros levantaram a taça pela última vez, em 1996, Falcão tinha 19 anos. Ele fez parte da seleção que perdeu a final em 2000 e foi artilheiro e eleito o melhor do mundo em 2004, mas não evitou a queda na semifinal, novamente diante da Espanha. Hoje, aos 31 anos, ele considera esta Copa no Brasil um divisor de águas. Se perder, deverá dar adeus à camisa canarinho.

Outros sete jogadores fazem parte da mesma geração de Falcão: os goleiros Rogério (de 35 anos) e Frankin (37), o fixo Schumacher (33), os alas Marquinho (33) e Vinícius (30) e os pivôs Betão (30) e Lenísio (31). É o último que resume o sentimento desse grupo mais experiente:

- Queremos entregar a seleção da mesma forma como a recebemos, como campeã mundial - diz, consciente da renovação que deverá começar após a Copa do Mundo.


'Medo de perder fez o Brasil melhorar'

O fracasso nas duas últimas edições têm como culpados o individualismo e a arrogância, segundo os jogadores. Lenísio, por exemplo, prefere nem citar um time mais perigoso na primeira fase, temendo dar a impressão de desrespeito aos demais. Além do Japão, o Brasil enfrenta a perigosa Rússia e as inexpressivas seleções de Cuba e Ilhas Salomão.

Falcão acha que antes a seleção chegava ao Mundial querendo apenas saber contra quem faria a final. Hoje, segundo ele, há um espírito coletivo e todos se cobram o tempo inteiro.

- O medo de perder fez a nossa seleção melhorar - afirma o craque. - Hoje todos marcam. Nesses últimos quatro anos, tomamos poucos gols. E vibramos muito com um desarme. Às vezes, vibramos mais com um desarme do que com um gol.


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