Vira, Bahia, pura energia. Esse foi o samba-enredo que a Viradouro usou para encerrar o Carnaval do Rio de Janeiro, na madrugada desta terça-feira (24). Última a entrar na Marquês de Sapucaí, por volta de 4h50 (de Brasília), a escola retratou o povo baiano e suas crenças.
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A rainha da bateria, Juliane Almeida, enfrentou críticas e disse que o fato de ser evangélica não a impede de desfilar na passarela do samba. A passista, que representa a personagem Gabriela, do romance Gabriela, Cravo e Canela, de Jorge Amado, afirmou que o importante é que ela mostre alegria e simpatia na Marquês de Sapucaí. Ela substitui a atriz Juliana Paes no posto.
Campeã em 1997, a Viradouro tenta seu segundo título do grupo especial. Com 3,9 mil componentes, em 39 alas e oito carros alegóricos, a escola retrata a influência africana na cultura baiana, entre outros aspectos do povo baiano.
Tratada como umbigo do Brasil, a Bahia é recontada desde a invenção do mundo. A vasta oferta de combustíveis renováveis encontrada no Estado também é destacada pelo enredo.
Desfilaram pelo grupo especial do Rio de Janeiro: Viradouro, Mangueira, Porteira, Salgueiro, Imperatriz e Portela (sábado); Império Serrano, Grande Rio, Vila Isabel, Mocidade, Beija-Flor e Unidos da Tijuca (domingo). A apuração será realizada nesta quarta-feira. A Beija-Flor é a atual bicampeã do Carnaval.
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